Dia da Mulher: A força feminina na gestão pública de Campo Grande
Nos últimos anos, o espaço das mulheres na vida pública tem se ampliado e na Prefeitura de Campo Grande elas têm sido protagonistas dessa mudança. Hoje, várias secretarias são lideradas por mulheres que, com sensibilidade e empatia, estão a frente do serviço público. Neste 8 de março, a prefeitura celebra essas mulheres, que fazem diferença ao acolher com carinho desde crianças até idosos da nossa cidade. Campo Grande conta com duas mulheres gestoras a frente da prefeitura, a prefeita Adriane Lopes e a vice-prefeita Camilla Nascimento. O papel das mulheres é essencial e o crescimento de lideranças femininas é visível em todas as esferas públicas. Em Campo Grande são 21.228 servidoras públicas de um total de 28.517 funcionários, um percentual de 74,44%. Entre as lideranças, há 10 titulares do primeiro escalão entre as secretárias, agências, e fundações e cinco secretárias e diretoras-adjuntas. “Este é um Dia da Mulher muito significativo para Campo Grande, pois, pela primeira vez na história, temos uma prefeita e uma vice-prefeita mulheres. Além disso, alcançamos a paridade na gestão com praticamente a metade dos cargos ocupados por mulheres. Saímos do discurso para a prática, demonstrando que as mulheres campo-grandenses têm, nesta gestão, a oportunidade de mostrar seu potencial e entregar resultados”, destacou a prefeita Adriane Lopes. Entre os exemplos de conquistas recentes em projetos liderados por mulheres na Capital, está a reforma total das 206 escolas municipais com foco na educação pública, aumento de vagas e a entrega da Escola Municipal Infantil no Jardim Inápolis. Outra medida eficaz gerada na saúde, foi a implantação do Pronto Atendimento Infantil (PAI), no Centro Regional de Saúde (CRS), Tiradentes. Um marco da com atendimento de cerca de 3 mil crianças por mês. A evolução da representatividade feminina na administração municipal e em cargos de liderança geram impacto em áreas estratégias da sociedade como a educação, mobilidade urbana, saúde e em muitas outras. As mulheres na administração pública têm se destacado na formulação de políticas voltadas à igualdade de gênero, proteção social, inovação na saúde e educação. Os dados positivos de Campo Grande só reforçam que a cidade está fortalecendo a democracia através da ocupação desses espaços pela competência, técnica e liderança. As secretárias destacam quais serão os próximos passos e desafios dos quatro anos de gestão. Como gestoras estão atentas às mudanças, demandas futuras e prontas para continuar liderando. A vice-prefeita Camilla Nascimento também comanda a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SAS). Ela pontua que nos próximos quatro anos, o objetivo é trabalhar intensamente para ampliar essas oportunidades, especialmente para as mulheres, mostrando que todas podem conquistar espaços pela competência. “A presença feminina em cargos de liderança é uma conquista e uma demonstração de força para a sociedade. Embora as mulheres sejam maioria, ainda ocupam poucos espaços de decisão. No entanto, estamos ganhando voz, poder de execução e, com isso, incentivamos mais mulheres a conquistarem seu lugar. Muitas vezes, a presença feminina na gestão é relativizada, como se fosse apenas uma questão de representatividade, mas não se trata de cota. As mulheres estão nesses cargos por competência, experiência e capacidade de decisão. Nada vem de graça, tudo é fruto de muita luta. O mais importante é que, ao ocuparmos esses espaços, possamos abrir caminhos para que mais mulheres tenham oportunidades em diferentes setores e esferas de poder.” A Secretária Especial da Casa Civil, Thelma Mendes, destacou a importância da presença feminina no poder público e o papel transformador que as mulheres exercem na administração pública municipal. “As mulheres, com sua capacidade única de cuidar e liderar, têm contribuído de maneira significativa para a gestão pública. Aqui na Prefeitura de Campo Grande, somos exemplos de que a sensibilidade feminina, aliada à competência, pode transformar realidades. A cada dia, mostramos que a presença da mulher no poder vai além de números — ela significa humanização no atendimento, eficiência na execução de políticas públicas e, acima de tudo, um olhar atento às necessidades de toda a sociedade. Neste 8 de março, celebro todas as mulheres que, com sua força e dedicação, constroem uma Campo Grande mais inclusiva e justa para todos.” A Procuradoria-Geral do Município (PGM), pela primeira vez, conta com uma mulher no comando. Cecília Saad Cruz, nova procuradora-geral, reforça o protagonismo feminino. “Essa é a primeira vez que uma mulher está à frente da PGM. Muitas colegas e profissionais da área ficaram felizes com minha nomeação e se sentiram representadas. Acredito que a escolha de uma mulher para este cargo não foi coincidência, mas sim o reconhecimento da competência profissional. Essa conquista é fruto de anos de luta de muitas mulheres aguerridas da nossa história, que abriram caminho para que hoje possamos ocupar esses espaços.” Seguindo a mesma linha de raciocínio, a secretária municipal de Fazenda (Sefaz), Márcia Okama, compartilha do mesmo pensamento. “Campo Grande vive um momento histórico com a eleição de duas mulheres no Executivo Municipal, prefeita e vice. No entanto, não podemos atribuir nossas conquistas apenas ao fato de sermos mulheres. Para ocupar esses espaços, é preciso competência, prática, conhecimento e experiência. Estou há mais de 30 anos no serviço público, comecei aos 15 anos como mirim no Tribunal de Contas. E todas as mulheres que fazem parte desta gestão estão aqui porque têm capacidade técnica para exercer seus cargos.” Para a presidente do Fundo de Apoio à Comunidade (FAC), Adir Diniz, a competência da mulher vem da dedicação ao trabalho, aliada à sensibilidade e à organização. “A mulher é inteligente em seu profissionalismo, age com razão, mas nem todo cargo exige apenas técnica. É aí que entra a diferença de ser mulher: a sensibilidade. Esse olhar atento e cuidadoso faz a diferença, especialmente no trabalho com as comunidades mais carentes da nossa Capital.” À frente da Secretaria Especial de Planejamento e Parceria Estratégica (SEPPE), Catiana Sabadin acumula mais de 15 anos de experiência na elaboração e gestão de políticas públicas, captação de recursos e desenvolvimento de projetos sociais e de infraestrutura urbana. “Acredito que as mulheres têm uma perspectiva um pouco diferente sobre
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