28 de março de 2025

Vice-prefeita de Dourados é homenageada pela PM-MS

A vice-prefeita de Dourados Gianni Nogueira foi homenageada com a medalha Tenente-Coronel PM Ana Neize Baltha. A homenagem ocorreu na manhã desta quinta-feira (27) pela Policia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul, uma das mais altas condecorações concedidas pela PMMS. Mulheres policiais militares, servidoras públicas e personalidades da sociedade civil foram agraciadas com o prêmio criado em 8 de março de 2010, que tem por objetivo destacar mulheres que tenham demonstrado dedicação e trabalho na defesa dos direitos das mulheres e no combate à violência doméstica. O prêmio também é outorgado como símbolo da luta pela inclusão das mulheres nas forças de segurança pública. A tenente-coronel Ana Neize Baltha fez história ao ser a primeira mulher da turma de policiais militares formados em 1984, o que abriu caminho para outras mulheres que vieram a fazer parte da Segurança Pública de Mato Grosso do Sul. A oficial dedicou 23 anos de serviço à Polícia Militar do Estado (PMMS). “Para mim é uma honra estar recebendo esse prêmio tão importante. Ser premiada com uma medalha que carrega o nome de uma mulher que foi desbravadora, pioneira, é motivo de muita alegria. Desejo que todas as mulheres possam vencer seus medos e enfrentarem os desafios que a vida nos traz”, declarou a vice-prefeita. A solenidade ocorreu no Auditório da Receita Federal, em Campo Grande, durante o Simpósio Thêmis: Estratégias Integradas no Combate à Violência Doméstica.

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“Patriota do Batom”: Moraes determina prisão domiciliar para Débora Rodrigues

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, reverteu nesta sexta-feira (28), a prisão preventiva da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, para prisão domiciliar. No dia 17 de março, a prisão preventiva de Débora completou dois anos. A mulher de 39 anos de idade foi presa por participar dos atos de vandalismo às sedes dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023. Moraes impôs algumas medidas cautelares para a cabeleireira entre elas: Uso de tornozeleira eletrônica; Proibição de usar redes sociais; Proibição de se comunicar com os demais envolvidos dos crimes, por qualquer meio; Proibição de dar entrevistas sem autorização do STF; Proibição de visitas, exceto de seus advogados. Na ocasião, Débora escreveu com batom, a frase “perdeu, mané” na estátua da Justiça. A cabeleireira se tornou ré por unanimidade pela 1ª Turma do STF, no dia 9 de agosto de 2024. A decisão de Moraes nesta sexta ocorreu após manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). No parecer encaminhado nesta sexta-feira, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, destacou que Débora atende aos critérios para a prisão domiciliar.

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Parceria entre AGEMS e TCE pretende avaliar e certificar nos municípios a eficiência de forma ampla na gestão de resíduos sólidos.

Resíduos Sólidos: Agência inicia regulação do Índice de Sustentabilidade e lança o Selo para certificação.   Em parceria com o TCE, projeto irá estabelecer uma metodologia para avaliar o grau de sustentabilidade, auxiliando os municípios conveniados na compreensão das metas e trilhas necessárias para alcançar um nível satisfatório de governança ambiental, social e econômico-financeira. Parceria entre a Agência Estadual de Regulação (AGEMS) e o Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) pretende avaliar e certificar nos municípios do estado a eficiência de forma ampla na gestão de resíduos sólidos. O trabalho de apoio às Prefeituras conveniadas que vem sendo desenvolvido entre as entidades de controle externo e de regulação avança com um projeto inédito que contará com a criação do Selo de Sustentabilidade para a gestão municipal que atender aos requisitos de sustentabilidade. O projeto irá normatizar o Índice de Sustentabilidade, auxiliando os municípios na compreensão das metas e enfrentamentos necessários para alcançar um nível satisfatório de governança ambiental, social e econômico-financeira. A iniciativa é alinhada aos pilares ESG, que serão desdobrados em ações e dimensões técnico-operacionais e econômico-financeiras. Nesta quarta-feira (26/3), o diretor-presidente da AGEMS, Carlos Alberto de Assis, acompanhado das diretoras Iara Marchioretto (Saneamento Básico e Resíduos Sólidos), Rejane Monteiro (Inovação) e Caroline Tomanquevez (Transportes, Rodovias, Ferrovias, Portos e Aeroportos), e a procuradora Priscilla de Siqueira, se reuniu com o presidente do TCE-MS, conselheiro Flávio Kayatt para apresentar o plano de trabalho do projeto, que será desenvolvido em conjunto com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente. Regulação, compromisso e desenvolvimento sustentável A criação do selo representa um avanço na regulação do saneamento básico, no que diz respeito a conformidade regulatória. Terá como produto a normatização do índice de sustentabilidade, permitindo que os municípios tenham suporte técnico e referência legal para adotar boas práticas e garantir acesso a recursos federais. “É mais uma inovação, fruto do nosso compromisso de conectar instituições, alinhar diretrizes e promover soluções estratégicas para o desenvolvimento sustentável em cada cidade de Mato Grosso do Sul”, destaca o diretor-presidente Carlos Alberto de Assis. A proposta engloba a avaliação regulatória e da gestão de resíduos sólidos, incluindo: sustentabilidade financeira; legalidade quanto a instituição da Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos; as condições de operação dos aterros sanitários; a logística de transporte dos resíduos e do descarte de caminhões auto-fossa, atenuando riscos de contaminação ambiental e do descarte inadequado. “Ser sustentável não é apenas ser financeiramente suficiente. Sustentabilidade tem relação direta com a responsabilidade social, ambiental e econômico-financeira, e todas as dimensões serão consideradas na regulação do Selo e definição do Índice de Sustentabilidade em Resíduos”, explica a diretora de Regulação e Fiscalização da Área de Saneamento Básico, Iara Marchioretto. MS alinhado às estratégias nacionais e normas de referência A Agência Nacional de Águas (ANA) estabeleceu uma norma de referência 01/2021 e, depois, a Instrução Normativa nº 01/2023 com requisitos e procedimentos que a instituição levará em conta na análise da comprovação do atendimento a essa NR. Entre esses requisitos, os municípios precisam definir a sua agência de regulação, que anualmente emitirão a Declaração de Sustentabilidade de cada um dos municípios. A partir de 2026, essa declaração será obrigatória para o acesso aos recursos federais para os serviços de saneamento. E o Selo de Sustentabilidade da AGEMS e do TCE-MS será um instrumento fundamental para comprovar a sustentabilidade e manter a gestão municipal segura quanto a avaliação dos seus serviços públicos de resíduos sólidos domiciliares urbanos. Está previsto para 2025 o prazo para que os gestores municipais regularizem suas práticas ao longo do ano, e se qualifiquem a receber o Selo de Sustentabilidade. Para validar a metodologia do projeto, os municípios de Maracaju, Chapadão do Sul e Batayporã aceitaram o desafio de aplicar os testes. Detalhes do projeto serão apresentados no dia 5 de junho, durante a 1ª Conferência Estadual em Saneamento, que será realizada em Campo Grande, organizada pela AGEMS. Integração institucional, governança e transparência O presidente do TCE-MS, Flávio Kayatt, parabenizou a iniciativa e colocou toda a estrutura do Tribunal à disposição para o desenvolvimento do projeto. Durante a reunião, foi proposta a formalização de um termo de cooperação para consolidar a parceria e garantir o suporte necessário à implementação do Selo de Sustentabilidade. “A sustentabilidade se constrói com parcerias fortes e ações concretas. Com essa iniciativa, a AGEMS reafirma seu papel como agente articulador de soluções inovadoras e eficazes, conectando instituições e gerando entregas que fazem do Estado uma referência”, aponta a diretora Rejane Monteiro. “Com esse trabalho integrado, oferecemos aos municípios o apoio técnico e a regulação e fiscalização responsiva e necessária para que alcancem os índices de sustentabilidade adequados às metas e possam investir mais e melhor no saneamento básico”, destaca a diretora Iara Marchioretto, lembrando que a iniciativa abrange as cidades que fizerem a adesão ao convênio com a AGEMS para regulação e fiscalização, “compartilhando das melhores práticas de gestão em resíduos, inovando hoje para colher um futuro mais sustentável no amanhã”.  

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Governo de Mato Grosso do Sul assina decreto de emergência ambiental por 180 dias no Estado

O governador Eduardo Riedel assinou nesta quinta-feira (27) o decreto de emergência ambiental em todo Estado pelo prazo de 180 dias. A medida foi concretizada devido as condições climáticas adversas que favorecem a propagação de focos de incêndios florestais em todos os biomas, principalmente o Pantanal. O ato de assinatura ocorreu durante o lançamento do “Pacto do Pantanal”, que é um programa integrado de desenvolvimento sustentável na região pantaneira. O evento teve a participação do ministro substituto do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco. “O decreto de emergência foi assinado em função das condições climáticas adversas, avaliadas através do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de MS), Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) e da própria Lasa (Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais do Departamento de Meteorologia) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro)”, afirmou o secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação). Verruck destacou que a medida vai contribuir para ações de prevenção e enfrentamento aos incêndios florestais. “Estamos com volume hídrico abaixo da média histórica para o período da região do Pantanal. Então este decreto de emergência que vale por 180 dias contribui para ordenarmos todas as nossas ações de prevenção e sabemos que daqui um mês já estaremos fazendo ações de combate a incêndios florestais no Pantanal”, completou. Combate a incêndio no Pantanal em 2024 (Foto: Álvaro Rezende) Preparo Para realizar o combate aos incêndios florestais, o Corpo de Bombeiros Militar de MS terá investimento de R$ 34,8 milhões neste ano e estará presente em todo território do Pantanal, com 177 militares nas guarnições de combate aos incêndios (florestais), distribuídos em 11 bases operacionais. A estrutura dispõe de equipamentos e materiais especializados, com o apoio de viaturas, embarcações e aeronaves. O anúncio da aprovação do Plano de Operações do Corpo de Bombeiros também ocorreu durante o evento do Pacto do Pantanal. “A corporação tem um grande desafio pela frente. Ano passado (2024) tivemos resultados bem expressivos na preservação de muitas áreas devido a estratégia e reforço de outras instituições no combate aos incêndios florestais. Em 2025 será repetida esta estratégia. Estamos mantendo 11 bases avançadas em toda região do Pantanal para termos um tempo de resposta muito mais ágil”, afirmou o comandante do Corpo de Bombeiros, o coronel Frederico Salas.

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