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Presidente da Comissão de Agricultura adere à obstrução em favor da Anistia e cancela reunião

O presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), anunciou o cancelamento da reunião do colegiado desta quarta-feira (2) para aderir à mobilização da oposição em defesa do avanço do projeto da anistia na Casa. A decisão acompanha o movimento liderado pelo Partido Liberal (PL) e por parlamentares oposicionistas, que pressionam pelo andamento da proposta. “O momento exige unidade e mobilização. A anistia é uma pauta prioritária para a oposição, e a Comissão de Agricultura não poderia se furtar de participar desse movimento. Precisamos garantir que a Câmara avance nesse debate fundamental para o país. Não se trata de uma pauta política ou ideológica, mas sim humanitária”, justificou Rodolfo Nogueira. Além da Comissão de Agricultura, as Comissões de Saúde, Turismo e Relações Exteriores também devem cancelar suas reuniões. As três também são presididas por parlamentares do PL. Fonte: Jornal da Cidade

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Em Bonito, Paulo Corrêa defende desenvolvimento sustentável e cobra aplicação da Lei das Águas Cristalinas

O deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), autor da Lei das Águas Cristalinas, reforçou neste sábado (22) a importância de aliar desenvolvimento urbano à preservação ambiental durante audiência pública que discutiu a elaboração do novo plano diretor de Bonito. O 1º secretário da Assembleia Legislativa destacou que o município, conhecido por suas belezas naturais e pelo ecoturismo – sua principal atividade econômica –, deve priorizar a sustentabilidade em seu planejamento. Corrêa demonstrou preocupação com o avanço de empreendimentos imobiliários que não respeitam a infraestrutura necessária para preservar o meio ambiente. “Tem muita gente que quer acabar com a Lei das Águas Cristalinas para fazer loteamento, condomínio, com frente de 20 metros para o Rio Formoso e fundo de 40 hectares, jogando fezes no rio. Nós não aceitamos isso. Condomínio que quiser se instalar em Bonito, tem que ter uma infraestrutura adequada, com tratamento de esgoto, energia e asfalto”, afirmou. A Lei das Águas Cristalinas, em vigor desde 1998, estabelece uma faixa de proteção de 150 metros de cada lado das margens dos rios da Prata e Formoso, dois dos principais cursos d’água da região. A legislação proíbe atividades que possam comprometer o equilíbrio ambiental, como agricultura, extração de madeira, instalação de indústrias, mineração e criação de animais na área de proteção especial. “Bonito é um patrimônio natural do Brasil e do mundo. Precisamos garantir que o desenvolvimento da cidade seja feito de forma responsável, preservando nossos rios, nossa fauna e flora. A Lei das Águas Cristalinas é um instrumento fundamental para isso, mas é preciso que seja aplicada de forma efetiva”, ressaltou Corrêa. Crescer sem destruir o meio ambiente O deputado enfatizou que a aplicação da lei é essencial para garantir a qualidade das águas dos rios da Prata e Formoso, que são atrativos turísticos de grande relevância. “A lei não é um obstáculo ao progresso, mas uma garantia de que o desenvolvimento será sustentável. Bonito tem a oportunidade de se tornar um exemplo de como crescer sem destruir o meio ambiente”, disse. Corrêa cobrou maior fiscalização e conscientização sobre a importância da legislação, além de sugerir a inclusão de medidas de proteção ambiental no novo plano diretor. Ele também propôs a criação de programas de educação ambiental e parcerias com o setor privado para promover práticas sustentáveis. Lei das Águas Cristalinas Sancionada em 1998, a Lei das Águas Cristalinas visa proteger os rios da Prata e Formoso, que são fundamentais para o ecossistema e o turismo na região de Bonito. A legislação estabelece restrições rigorosas para atividades que possam causar danos ambientais, reforçando o compromisso do estado com a preservação de seus recursos hídricos.

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Deputado Zeca propõe obras de pavimentação asfáltica em estradas de Bandeirantes, um benefício para 350 famílias

O deputado estadual Zeca do PT apresentou indicação nesta quinta-feira (20) propondo a viabilização da pavimentação asfáltica nas estradas BD-01, B-02 e BD-03, localizadas no município de Bandeirantes (MS). Conforme o deputado e ex-governador, a realização das obras beneficiaria cerca de 350 famílias da zona rural do município, além de fomentar a agricultura familiar e o turismo local. “Conforme observamos em projeto técnico encomendado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura de Bandeirantes, as estradas trarão importantes melhorias à estrutura de escoamento da produção da agricultura familiar local, especialmente dos assentamentos Roda Viva, Matão, Vida Nova e Nova Esperança. Já se encontra encaminhado ao Poder Executivo do Estado”, justificou Zeca. Para tanto, o deputado enviou a indicação ao Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, Eduardo Corrêa Riedel, ao Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, e também ao Diretor-Presidente da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (AGESUL), Mauro Azambuja Rondon.

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Dia Mundial da Água: AGEMS amplia fiscalização sobre a água potável e investe em inovação

Monitoramento ampliado do Índice de Qualidade, novo laboratório móvel e estratégias do Comitê de Fluoretação fortalecem a regulação e as políticas públicas que unem saneamento e saúde. Na semana em que se comemora o Dia Mundial da Água – 22 de março – o consumidor de Mato Grosso do Sul pode celebrar os resultados da atuação da Agência Estadual de Regulação (AGEMS) no monitoramento sobre os parâmetros físicos, químicos e microbiológicos da água para consumo humano. A avaliação do IQA – Índice de Qualidade da Água – é hoje tão importante que seus valores e os procedimentos de monitoramento são regulamentados por uma Resolução conjunta entre a Agência e a Secretaria de Estado de Saúde, reforçando normatização do Ministério da Saúde. A norma estabelece que o IQA somente é considerado satisfatório para resultados acima de 90. Foto: Comunicação Sanesul – agenciadenoticias.ms.gov.br A metodologia adotada envolve a avaliação de dados sobre as características da água potável coletada em pontos estratégicos do sistema de abastecimento. O trabalho abrange os 68 municípios atendidos pela Sanesul e o Sistema Autônomo de Água e Esgoto de Cassilândia (SAAE), por meio de convênio. “É um trabalho muito transparente. O próprio consumidor tem acesso aos resultados, que são divulgados na fatura. O foco é sempre o de promover melhoria, elevar a qualidade, porque isso significa saúde pública”, destaca o presidente da Agência, Carlos Alberto de Assis. Nós últimos monitoramentos foram identificados alguns resultados como insatisfatórios, principalmente em localidades de distritos, que são mais afastados das sedes municipais. “Assim, a AGEMS solicitou e está monitoramento as ações de contingência propostas pelo prestador do serviço, visando melhorar o indicador”, conta o coordenador da Câmara Técnica de Saneamento, Leandro Caldo. Inovação Um projeto da Agência Reguladora em andamento promete trazer grande inovação à estrutura fiscalizatória do IQA, implantando um laboratório móvel. Já está aberto um Chamamento Público para a prospecção de mercado visando a viabilização de um veículo adaptado para a realização dessa atividade. E já existe investimento garantido, por meio de emenda parlamentar da bancada federal e contrapartida do Governo do Estado. “Será um veículo totalmente adaptado para esse trabalho especializado. Vai nos dar mobilidade em campo e ampliar a capacidade de fiscalização e monitoramento da qualidade da água potável em pontos estratégicos”, revela a diretora de Saneamento Básico e Resíduos Sólidos, Iara Marchioretto. Flúor Dentre os parâmetros monitorados no IQA está o de flúor. A fluoretação da água é considerada uma das estratégias mais eficazes para a prevenção da cárie dentária. Ele atua diretamente no fortalecimento do esmalte dentário, criando resistência à desmineralização causada por ácidos gerados na fermentação de carboidratos pelas bactérias presentes na cavidade oral.  Essa é uma medida de saúde pública amplamente reconhecida e recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Ministério da Saúde. No estado, a fluoretação é obrigatória em sistemas que possuem Estação de Tratamento de Água onde o abastecimento é por manancial, como rios e córregos. Onde existem poços é opcional ao prestador de serviço adicionar flúor, mas a ideia do Comitê de Monitoramento da Fluoretação da Água para o Consumo Humano, que tem participação da AGEMS, é ampliar esse procedimento, pois os benefícios são muitos. Nesta semana, o colegiado está realizando o 1º Encontro Estadual de Fluoretação da Água para Consumo Humano em MS, com a discussão de práticas de saúde pública, desafios e regulamentações estratégicas para acelerar a implantação em sistemas ainda não atendidos. Foto destaque:  Edemir Rodrigues – Agência de Notícias MS

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Comsefaz participa de solenidade em que o presidente Lula assina projeto de lei para isentar de IR quem recebe até R$ 5 mil por mês

O presidente do Comsefaz, Flávio César, participou, nesta terça-feira (18), da cerimônia de assinatura do projeto de lei que prevê isenção de Imposto de Renda, a partir de 2026, para pessoas que recebem até R$ 5 mil por mês. Hoje, a isenção da renda alcança quem ganha até R$ 2.824 mensais. A solenidade, que ocorreu no Palácio do Planalto, contou com a presença do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva; do vice, Geraldo Alckmin; do ministro Fazenda Fernando Haddad; da ministra Gleisi Hoffman; do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; dos líderes do Governo, além de deputados e senadores. O Comsefaz foi representado pelo presidente Flávio César e pelo diretor institucional André Horta. “O Comsefaz acompanha com interesse todos os projetos que buscam melhorar a justiça fiscal no Brasil. Os Estados esperam que a proposta do governo federal seja bem analisada pelos nossos deputados e senadores para que, quando o projeto voltar à sanção presidencial, atenda principalmente aos interesses da parcela da sociedade que mais precisa”, destacou o presidente do Comsefaz. O projeto de lei foi enviado ao Congresso Nacional e será apreciado e votado tanto pela Câmara como pelo Senado para depois voltar à sanção da presidência da República. A expectativa do Governo Federal é de que, com a mudança na legislação, 10 milhões de brasileiros deixem de pagar Imposto de Renda. Ainda segundo dados divulgados pelo Ministério da Fazenda, 9 em cada 10 brasileiros que pagam Imposto de Renda terão isenção total ou parcial. O presidente Lula ressaltou o caráter neutro do projeto, já que não haverá aumento da carga tributária para o país: “Quando a gente manda um projeto para o Congresso, esse projeto não é mais do governo, passa a ser do Congresso. E se for melhorar, ótimo. Piorar, jamais. Esse projeto é neutro, ou seja, não amplia em um centavo a carga tributária brasileira. Nós estamos falando de 141 mil brasileiros que passarão a contribuir para que 10 milhões não paguem imposto de renda. Não vai machucar ninguém”, defendeu o presidente da República. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou o projeto de lei como “a primeira reforma da renda do Brasil” e lembrou que, ao mesmo tempo em que o Brasil é tratado como uma das 10 maiores economias do mundo, também é visto como uma das nações mais desiguais do planeta: “O que o presidente Lula está pedindo ao Congresso, com esse projeto, é que seja considerada a neutralidade fiscal e a justiça social. É um projeto que busca fazer justiça”, diz Haddad, ao explicar que apenas de pessoas de alta renda que não chegam a pagar 10% de imposto será exigida a complementação para que seja atingido esse patamar. Agenda do presidente do Comsefaz em Brasília O presidente Flávio César cumpriu uma agenda intensa em Brasília nesta terça-feira (18). Além da participação na solenidade no Palácio do Planalto, as atividades incluíram despachos administrativos na sede do Comsefaz e uma reunião no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ainda na parte da manhã, Flávio César participou da reunião de abertura da Rede Nacional de Tratamento Adequado da Alta Litigiosidade do Contencioso Tributário, promovida pelo CNJ. O convite para integrar o colegiado foi formalizado por meio do Ofício n° 166/2025/SG. O grupo tem o objetivo de desenvolver estratégias para reduzir a litigiosidade tributária no país e aprimorar a segurança jurídica no setor. A reunião, realizada na sede do CNJ em formato híbrido, contou com a presença de representantes da administração tributária e do judiciário, que discutiram medidas para a resolução mais eficiente de disputas fiscais e a adoção de boas práticas na relação entre o fisco e os contribuintes. Após a cerimônia de assinatura do projeto de lei, o presidente do Comsefaz retornou à sede do Comitê para despachos administrativos, onde tratou de pautas estratégicas relacionadas à gestão tributária estadual e à cooperação entre os estados na implementação da reforma tributária. A agenda do presidente do Comsefaz em Brasília reforça o compromisso da entidade com o aprimoramento da gestão fiscal e a busca por soluções que promovam um ambiente tributário mais equilibrado e eficiente para os estados e o Distrito Federal.

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Governo Federal apresenta ao Congresso projeto para isentar de IR quem recebe até R$ 5 mil. Entenda o impacto

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (18/3) o Projeto de Lei que prevê Isenção de Imposto de Renda (IR) para pessoas que recebem até R$ 5 mil por mês a partir do próximo ano. A elevação da faixa de isenção é uma questão de justiça social e justiça fiscal, afirmou a ministra da Secretaria das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. “É a primeira reforma significativa da renda no país, porque mexe numa ferida social de longa data”, acrescentou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A última correção significativa da tabela de alíquotas o IRPF havia sido em 2015, ainda no governo de Dilma Rousseff. O Governo Federal, sob Lula, passou a aumentar o limite de isenção em 2023. E para 2026, apresenta a ao Congresso que quase dobra a faixa de isenção.” “Muita gente criticou a proposta, considerando inexequível. Mas a proposta faz jus à palavra de um estadista (o presidente Lula), que não está de passagem no poder, mas que pretende deixar um legado na saúde, na educação e de justiça social”, afirmou Fernando Haddad. Segundo ministro Fernando Haddad, o projeto de lei não pretende aumentar a arrecadação, ao garantir uma renda maior para quem ganha menos e ao exigir uma taxação mais justa de quem é mais rico e representa menos de 1% da população. “O que o presidente Lula está pedindo ao Congresso, com esse projeto, é que seja considerada a neutralidade fiscal e a justiça social. É um projeto que busca fazer justiça”, diz Haddad, ao explicar que apenas de pessoas de alta renda que não chegam a pagar 10% de imposto será exigida a complementação para que seja atingido esse patamar. O que se quer, segundo o ministro, é que pessoas que têm altíssima renda, pouco mais de 100 mil pessoas, passem a contribuir. E desse modo fazer justiça com mais de 20 milhões de brasileiros, isso sem afetar as contas públicas. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a Casa terá “sensibilidade” para tratar do projeto, “com total prioridade”, e que vê no PL um objetivo de justiça social. E previu que deve fazer alterações na proposta com objetivo de “melhorá-la”. “Justiça é uma coisa simples de falar, mas difícil de fazer. Porque muitas vezes as pessoas que têm de fazer a justiça são pessoas que têm interesses antagônicos aos de quem precisa ser beneficiado pela justiça. É por isso que nós estamos a tanto anos neste país falando em justiça e ele demora para acontecer”, afirmou o presidente Lula. “Quando a gente manda um projeto para o Congresso, esse projeto não é mais do governo, passa a ser do Congresso. E se for  melhorar, ótimo. Piorar, jamais”, disse Lula. “Esse projeto é neutro, ou seja, não amplia em um centavo a carga tributária brasileira. Nós estamos falando de 141 mil brasileiros que passarão a contribuir para que 10 milhões não paguem imposto de renda. Não vai machucar ninguém”, defendeu o presidente da República. “Esse projeto, Haddad, fará história mesmo quando chegar (aprovado) para eu sancionar. Porque a gente vai poder avisar o povo que o ano de 2026 será glorioso porque o Senado e a Câmara reconheceram que é preciso beneficiar as pessoas que ganham menos”, disse Lula. Veja o vídeo:

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Tereza Cristina assume como vice-presidente na Comissão de Relações Exteriores no Senado

A Comissão de Relações Exteriores (CRE) elegeu na quinta-feira, 13/03, por aclamação, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como vice-presidente do colegiado para o biênio 2025-2026. A reunião foi conduzida pelo presidente, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que já está no cargo desde fevereiro. Em pronunciamento após sua eleição, a senadora afirmou que organismos internacionais podem ser peças importantes para frear os impactos na mudança das relações comerciais internacionais, como as novas tarifas que os Estados Unidos passaram a cobrar de países estrangeiros. É o caso da Organização Mundial do Comércio (OMC), que trata das regras do comércio entre as nações e que Tereza Cristina considera hoje “esvaziada”. “Os países deveriam tentar reerguer e colocar o peso que essa instituição merece nas relações comerciais do mundo. Estou muito feliz em poder ajudar nesta comissão que eu tenho certeza que é uma das mais importantes desta Casa”, disse. Comissão A CRE tem 19 membros titulares e 19 suplentes. É uma das comissões mais antigas do Senado, ao lado da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). As duas são as únicas que estão em atividade contínua desde antes da promulgação da Constituição Federal, em 1988. Além de temas referentes às relações internacionais do Brasil (incluindo escolha de embaixadores e comércio exterior), a CRE também trata de questões relacionadas à defesa nacional e às Forças Armadas.

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Deputados se solidarizam com sobrinha de Corrêa e cobram mudanças na rede de proteção às vítimas

A denúncia do deputado estadual Paulo Corrêa sobre a agressão sofrida por sua sobrinha, violentamente atacada pelo companheiro enquanto amamentava a filha de 8 meses, gerou forte repercussão entre os parlamentares, nesta quinta-feira (13). Deputados estaduais cobraram mudanças no sistema de proteção às vítimas, reforçando a necessidade de ações concretas para evitar novos casos de violência contra a mulher. Além da revolta com a soltura do agressor, os parlamentares criticaram erro no atendimento prestado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM). O irmão da vítima, que foi até a delegacia representá-la enquanto ela recebia atendimento médico na UPA Coronel Antonino, acabou erroneamente registrado como indiciado no inquérito no lugar do verdadeiro agressor. “Bandido que bate em mulher não pode estar solto” Ex-comandante-geral da Polícia Militar, o deputado Coronel David (PL) reforçou que o agressor deveria continuar preso e cobrou providências. “Eu aprendi com meu pai e minha mãe que em mulher não se bate. Esse cara deveria estar preso, sim. Réu primário? Muitos são réus primários e depois matam a mulher. Temos que exigir providências dos órgãos responsáveis. Bandido, criminoso e covarde que bate em mulher não pode estar solto no meio da sociedade.” “Um cara desse tem que estar preso” Advogado, o deputado Lídio Lopes (Sem Partido) lamentou a decisão da Justiça de soltar o agressor. “Meu pai sempre me ensinou: ‘Nunca faça com a filha de alguém o que você não quer que façam com a sua’. Um desembargador vê uma pessoa agredida e decide liberar um cidadão desses? Um cara desse tem que ficar preso. Mesmo sendo réu primário, esse sujeito tinha que estar atrás das grades.” “Temos que dar um basta nisso” O deputado Professor Rinaldo (Podemos) destacou que a reincidência desses crimes demonstra falhas no sistema. “Precisamos dar um basta nisso. Parece que as leis não funcionam. Parece que os caras que cometem esses crimes, quando são presos, saem e reeditam o mesmo crime. Temos que fazer com que esses indivíduos paguem pelo que fizeram.” “Esse homem tirou a segurança da filha” Para João Henrique Catan (PL), o impacto da agressão vai além da vítima e afeta diretamente a filha do casal. “Esse homem não só agrediu a esposa, ele tirou todo o suporte da filha. Ele não sabe o que é cuidar de uma criança chorando de madrugada, não sabe o que é dar suporte emocional e financeiro. Ele deveria estar preso.” Delegado aposentado, o deputado Pedro Caravina (PSDB) destacou que o combate à violência contra a mulher precisa ser uma ação conjunta. “Precisamos trabalhar muito para que isso deixe de ocorrer. Como homens e pais de família, ficamos inconformados em ver situações como essa. Precisamos unir forças para minimizar a violência contra as mulheres em Mato Grosso do Sul.” Cobrança por medidas concretas O deputado Pedro Kemp (PT) reforçou que as autoridades precisam agir com mais firmeza. “Acredito que tem que haver medidas mais concretas e efetivas por parte do Judiciário, da Polícia Civil e da Secretaria de Segurança Pública. Esses casos não podem se repetir. Estamos juntos nessa luta.” Erro grave na delegacia expõe falhas no atendimento O deputado Pedro Pedrossian Neto (PSD) classificou o indiciamento errôneo do irmão da vítima, no lugar do agressor, como inaceitável. “Lamento muito que, em um momento tão grave, a família tenha sido vítima de um erro tão grotesco. O irmão da vítima foi até a delegacia para representá-la e sai de lá como se fosse o agressor? Isso demonstra a falta de preparo de quem deveria acolher e proteger. Vamos cobrar providências!” Capacitação e vocação para atendimento às vítimas Além da necessidade de endurecer as penas contra agressores, os deputados defenderam a qualificação dos profissionais que atuam no atendimento às vítimas de violência doméstica. “Não basta ter uma delegacia especializada se o atendimento não é adequado. Profissionais que lidam com essas vítimas precisam estar preparados, tanto tecnicamente quanto emocionalmente, para acolher e agir com sensibilidade. Esse erro absurdo mostra que precisamos rever urgentemente essa estrutura”, concluiu Paulo Corrêa.

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Lula lança Crédito do Trabalhador: consignado barato ‘para sair do endividamento’

No lançamento da linha de empréstimo consignado Crédito do Trabalhador, nesta quarta (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que esse novo modelo de empréstimo vai mudar substancialmente a relação das pessoas com o sistema financeiro, porque os clientes poderão trocar suas dívidas atuais por créditos com juros mais baixos. “As pessoas agora podem ter crédito barato para sair do endividamento. Sair da mão do agiota, do banco que cobra até 10%, 12%, para procurar o crédito mais barato que elas puderem encontrar. O banco que cobrar menos, vá lá e faça a mudança”, disse o presidente, após assinar a medida provisória que cria o programa. O Crédito do Trabalhador estará disponível a partir do próximo dia 21 de abril. Até lá, a rede de bancos privados e públicos terá tempo para se adaptar à nova oferta. Por intermédio do Crédito do Trabalhador, pessoas que trabalham no setor privado poderão usar a Carteira de Trabalho Digital para ter acesso a empréstimos mais baratos com garantia do FGTS. Esse novo modelo de empréstimo consignado é destinado a trabalhadores com registro formal em carteira, tais como empregados domésticos e trabalhadores rurais. A nova linha de crédito atende também a categoria de microempreendedores individuais (MEI’s) .O lançamento foi realizado no Palácio do Planalto. A troca de dívidas antigas, com juros mais altos, por crédito consignado a taxas mais baixas, será possível porque o programa vai oferecer uma linha de crédito mais atraente também para migrar dívidas com maior custo. Atualmente, o consignado do setor privado, segundo dados da Febraban, conta com cerca de 4,4 milhões de operações contratadas, somando mais de R$ 40,4 bilhões em recursos. Lula também sugeriu que a nova linha de crédito não deve ser usada para as pessoas se endividarem ainda mais. “Não é para gastar o que não tem”, disse. Participaram o lançamento os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Os dois ministérios modelaram a nova linha de crédito. Participou também o vice-presidente Geraldo Alckmin. Qual banco vai oferecer o consignado? Por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital), o trabalhador terá a opção de requerer proposta de crédito diretamente com instituições financeiras habilitadas pelo Governo Federal. Para isso, o profissional autoriza o acesso a dados como nome, CPF, margem do salário disponível para consignação e tempo de empresa, em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A partir daí, o trabalhador recebe ofertas em até 24h, analisa a melhor opção e faz a contratação no canal do banco. O desconto das parcelas será na folha de salários, mensalmente pelo eSocial, o que permite que as taxas de juros sejam inferiores às praticadas atualmente no consignado por convênio. Após a contratação, o trabalhador acompanha mês a mês as atualizações do pagamento das parcelas. CRÉDITO – O país tem hoje 47 milhões de trabalhadores formais, incluindo 2.2 milhões de domésticos, quatro milhões de trabalhadores rurais, além de empregados do MEl, que hoje estão excluídos da consignação privada. Segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a estimativa é que, em até quatro anos, cerca de 19 milhões de celetistas optem pela consignação dos salários, o que pode representar mais de R$ 120 bilhões em empréstimos contratados. Pelo sistema, o trabalhador pode usar como garantia até 10% do saldo no FGTS e 100% da multa rescisória em caso de demissão. MIGRAÇÃO – O Crédito do Trabalhador pretende reduzir o superendividamento, ao oferecer uma linha de crédito mais atraente também para migrar dívidas com maior custo. Atualmente, o consignado do setor privado, segundo dados da Febraban, conta com cerca de 4,4 milhões de operações contratadas, somando mais de R$ 40,4 bilhões em recursos. Assista à cerimônia e, logo abaixo, conheça detalhes do novo consignado:  

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Ônibus espacial secreto do Exército dos EUA retorna à Terra após 434 dias em órbita testando tecnologia avançada

Missão militar no espaço! Após 434 dias em órbita, ônibus espacial do Exército dos EUA retorna à Terra testando tecnologias inovadoras de propulsão e mudanças de trajetória. O ônibus espacial secreto do Exército dos Estados Unidos, conhecido como X-37B, retornou à Terra na sexta-feira (8) após passar 434 dias em órbita. Esta missão ultrassecreta, conduzida pela Força Espacial dos EUA, testou tecnologias avançadas de manobra e propulsão, incluindo a capacidade de mudar de órbita usando arrasto atmosférico, uma técnica que permite desacelerar sem gastar combustível. O retorno bem-sucedido marca mais um capítulo no misterioso e ambicioso programa espacial militar dos Estados Unidos. Missão secreta do Exército dos EUA: O que sabemos sobre os 434 dias em órbita do Ônibus espacial secreto O X-37B (ônibus espacial secreto) foi lançado em dezembro de 2023 a partir do Kennedy Space Center, na Flórida, utilizando um foguete Falcon Heavy, da SpaceX. Durante sua permanência no espaço, o veículo realizou uma série de experimentos e testes tecnológicos, cujos detalhes permanecem em grande parte desconhecidos para o público. https://x.com/SpaceForceDoD/status/1898001843499794897 Segundo autoridades militares, um dos principais objetivos da missão foi testar a capacidade do veículo de mudar de órbita utilizando o arrasto atmosférico. Essa técnica inovadora permite que o X-37B ajuste sua trajetória sem depender de combustível adicional, o que pode revolucionar a forma como as missões espaciais são conduzidas no futuro. O Tenente-Coronel Blaine Stewart, diretor do programa, descreveu a missão como um “novo capítulo emocionante” para o X-37B, destacando a importância dos avanços tecnológicos alcançados. Pouso discreto e uso de tecnologia avançada O pouso do X-37B ocorreu antes do amanhecer na Vandenberg Space Force Base, na Califórnia. A Força Espacial só anunciou a aterrissagem horas depois, mantendo o caráter discreto que caracteriza o programa. Fotos divulgadas posteriormente mostraram o veículo branco e preto estacionado na pista, sob a escuridão da madrugada. Além do teste de mudança de órbita, a missão também avaliou outras tecnologias avançadas, incluindo sistemas de propulsão e materiais resistentes às condições extremas do espaço. Esses experimentos são fundamentais para o desenvolvimento de futuras missões espaciais, tanto civis quanto militares. O enigmático X-37B: um veículo reutilizável e versátil Este foi o sétimo voo do X-37B, consolidando sua reputação como um dos veículos espaciais mais versáteis e duradouros já construídos. Desenvolvido pela Boeing, o X-37B tem 9 metros de comprimento e uma envergadura de 4,5 metros, lembrando uma versão em miniatura dos antigos ônibus espaciais da NASA. No entanto, ao contrário de seus predecessores, o X-37B é não tripulado e opera de forma totalmente autônoma ou controlado remotamente. Sua capacidade de permanecer no espaço por longos períodos é uma de suas características mais impressionantes. Em uma missão anterior, o veículo ficou 908 dias em órbita, um recorde que demonstra sua resistência e eficiência. Objetivos secretos e especulações Entre as especulações, estão o desenvolvimento de satélites espiões, testes de armas espaciais e a criação de sistemas de defesa contra ameaças orbitais. A falta de transparência em relação às atividades do X-37B levanta questões sobre o futuro da militarização do espaço e o papel dos Estados Unidos nesse cenário. O retorno do X-37B após 434 dias em órbita marca um marco significativo no programa espacial militar dos Estados Unidos. Com sua capacidade de testar tecnologias avançadas de manobra e propulsão, o veículo demonstra o potencial de inovação e liderança dos EUA no espaço. Enquanto o mundo aguarda mais detalhes sobre as atividades secretas do X-37B, uma coisa é certa: o futuro da exploração espacial será moldado por avanços como os testados nesta missão. O espaço continua a ser a próxima fronteira, e os Estados Unidos estão determinados a liderar essa jornada.

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