Internacional

Agora: Marinha dos Estados Unidos realiza teste inédito com arma a laser

Através de uma imagem, divulgada pela Marinha norte-americana, é possível ver a princípio um feixe de luz muito forte saindo da embarcação. A cena, inclusive, lembra filmes de ficção científica. O momento foi capturado com o auxílio de câmeras infravermelhas. Por fim, ainda conforme o relatório, a arma conseguiu atingir com sucesso o alvo. O Departamento de Defesa acaba de dar ao mundo outra visão de como pode ser o futuro das armas laser navais. Como parte de um relatório anual da Direção de Testes e Avaliação Operacional (DOT&E) do Pentágono, divulgado em 31 de janeiro, resumindo as atividades de testes de armas realizadas durante o ano fiscal de 2024, o exército dos EUA publicou uma nova foto do sistema de armas laser HELIOS (High Energy Laser with Integrated Optical Dazzler and Surveillance) da Marinha dos EUA atacando um drone aéreo não identificado a bordo do destróier USS Preble, classe Arleigh Burke, durante testes sob os auspícios do Centro de Contramedidas (CCM) do DOT&E. O CCM “apoiou a demonstração da Marinha no USS Preble (DDG 88) para verificar e validar a funcionalidade, desempenho e capacidade do sistema [HELIOS] contra um alvo aéreo não tripulado”, diz o relatório. “O CCM coletou imagens dos engajamentos para dar suporte à avaliação do desempenho do sistema.” Não está claro quando e onde exatamente a Marinha conduziu este teste, exceto que ocorreu em algum momento durante o ano fiscal de 2024. O Preble posteriormente partiu de seu porto de origem, a Base Naval de San Diego, na Califórnia, em setembro do ano passado, e se juntou ao Esquadrão de Destróiers 15 em Yokosuka, Japão, em outubro. A nova foto é a primeira imagem conhecida da arma laser HELIOS da Marinha em ação. Ela também representa a primeira imagem divulgada publicamente pela Marinha de uma arma laser de bordo em operação desde dezembro de 2021, quando o serviço publicou fotos do Solid State Laser-Technology Maturation Laser Weapons System Demonstrator (LWSD) Mark 2 MOD 0 do transporte anfíbio USS Portland de 150 quilowatts engajando um “alvo de treinamento de superfície estático” no Golfo de Áden. A Marinha também havia divulgado anteriormente um vídeo do Portland desabilitando com sucesso um drone com seu LWSD em maio de 2020. Um sistema combinado de laser de alta energia de 60 kW e ofuscante óptico projetado para combater drones aéreos e pequenas embarcações e interromper sensores de inteligência, vigilância e reconhecimento do adversário, o HELIOS foi desenvolvido com base em recursos avançados pelo LWSD e pelo Sistema de Armas Laser AN/SEQ-3 (LaWS), este último que adornou a proa do transporte anfíbio USS Ponce em 2014, antes que a embarcação fosse desativada três anos depois. O Preble é atualmente o único navio de guerra da frota de superfície da Marinha equipado com o HELIOS, que foi instalado a bordo em 2022. De acordo com dados de contato federais analisados ​​pelo grupo de inteligência de mercado de defesa Obviant, o serviço concedeu um contrato com um teto de US$ 1,1 bilhão à Lockheed Martin em 2018 para entregar pelo menos duas unidades de teste HELIOS ao serviço (uma para instalação em um destróier da classe Arleigh Burke e outra para testes em solo) com uma opção de entregar mais 12 unidades de produção até 2027. Veja o vídeo:

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Ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA revela interferência na eleição de 2022 para derrotar Bolsonaro

O pesquisador Mike Benz,, ex-funcionário do Departamento de Estado dos Estados Unidos, denunciou influência política e interferência eleitoral da agência americana Usaid (United States Agency for International Development), nas eleições presidenciais do Brasil, em 2022, e outros países. A interferência foi ordenada durante o governo de Joe Biden (Democrata). Mike afirma que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda seria presidente do país se não fossem essas interferências. “A USAID declarou censura, uma guerra contra cada grupo populista, incluindo Bolsonaro. Se a USAID não existisse, Bolsonaro ainda seria presidente e o Brasil ainda teria uma internet livre e aberta. Foi a USAID que gastou dezenas de milhões de dólares do dinheiro do contribuinte financiando o impulso para obter projetos de desinformação”, destacou em um podcast nos EUA. Benz destacou ainda que a USAID “atua como um braço de manipulação geopolítica, financiando ONGs, veículos de mídia e movimentos políticos alinhados aos interesses do establishment americano”. De acordo com Mike, a estratégia já aplicada em diversos países da América Latina, injeta recursos em organizações alinhadas a um determinado espectro ideológico, minando governos e candidatos que não se curvam aos interesses globalistas.  

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Polícia Federal e FAB impedem a entrada de 500 quilos de drogas no País

A Força Aérea Brasileira (FAB), em mais uma operação interagências de sucesso com a Polícia Federal (PF), interceptou, neste domingo (2/2), no Amazonas, uma aeronave que entrou clandestinamente no espaço aéreo brasileiro vinda do Peru. A ação ocorreu sob a coordenação do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) e resultou na apreensão de aproximadamente 500 quilos de drogas (maconha e haxixe). A aeronave, modelo EMB-810 Seneca, matrícula PT-FRU, foi detectada pelos radares do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA) ao ingressar no espaço aéreo nacional. Imediatamente, a FAB acionou seus meios aéreos para interceptação. Para a ação, foram empregadas aeronaves A-29 Super Tucano, E-99 e H-60 Black Hawk, além do uso de plataformas orbitais (satélites) para obtenção de informações de inteligência. A interceptação ocorreu por volta das 10h (horário de Brasília), seguindo os protocolos das Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo (MPEA). De forma progressiva, foram realizados os procedimentos previstos para averiguação e mudança de rota. Após ser ordenado o pouso obrigatório, a aeronave realizou um pouso forçado em uma pista de terra, a cerca de 80 quilômetros de Manaus (AM), colidindo com algumas árvores. Logo após a aterrissagem, os pilotos incendiaram a aeronave e fugiram do local. A Polícia Federal avalia que aproximadamente 500 quilos de drogas foram incinerados junto com os destroços do avião. Essa ação faz parte da Operação Ostium, que integra o Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF), com o objetivo de sufocar atividades criminosas na fronteira. A operação ocorre em cooperação entre a FAB e órgãos de segurança pública (OSP), conforme estabelece o Decreto nº 5.144, de 16 de julho de 2004.  

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Urgente: China firma acordo para comprar 1,5 milhão de toneladas de soja brasileira certificada

Um acordo de cooperação estratégica para o fornecimento de 1,5 milhão de toneladas de soja certificada como sustentável do Brasil para a China foi assinado pela Cofco International, a China Mengniu Dairy e a Sheng Mu Organic Dairy neste domingo (2). O contrato foi firmado durante evento no novo terminal de exportação da Cofco, no Porto de Santos, em São Paulo. A soja será verificada por terceiros como livres de desmatamento e conversão (DCF) desde 31 de dezembro de 2020, com auditorias nas fazendas garantindo gestão sustentável da água, conservação da biodiversidade e padrões éticos de trabalho. A Mengniu, uma das maiores produtoras de leite do mundo, juntamente com a Sheng Mu, pretendem receber esses volumes sob um sistema de cadeia de custódia de balanço de massa entre 2025 e 2030, intermediado pela Cofco. “Este acordo reflete a crescente demanda da China por commodities sustentáveis – beneficiando o setor agrícola brasileiro e seus produtores”, afirmou Luiz Noto, CEO da Cofco International Brasil. “O Brasil tem avançado significativamente em sustentabilidade, e acordos como este reforçam essas iniciativas ao mesmo tempo em que criam novas oportunidades para os produtores.” A cooperação assinada neste domingo dá continuidade a embarques anteriores para a China, desenvolvidos no âmbito da Green Value Chain Taskforce (Grupo de Trabalho de Cadeia de Valor Verde, em tradução livre) – uma iniciativa do Fórum Econômico Mundial. De acordo com Noto, a Cofco International está comprometida em eliminar o desmatamento de suas cadeias globais de suprimento de soja e milho até este ano de 2025.

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Apple se une a Elon Musk e agora iPhones se conectam com Starlink sem precisar de antena

Apple, em parceria com a SpaceX de Elon Musk e a T-Mobile, anunciou que o iOS 18.3 permitirá que iPhones se conectem diretamente aos satélites da Starlink, sem necessidade de antenas adicionais. Inicialmente disponível para clientes da T-Mobile nos EUA, o recurso está em fase de testes e promete revolucionar a conectividade móvel, especialmente em áreas sem cobertura de sinal. Imagine estar em uma área remota, sem qualquer sinal de celular, e ainda assim conseguir enviar mensagens diretamente do seu iPhone. De acordo com o site CanalTech, essa possibilidade, que antes parecia distante, está se tornando realidade graças a uma parceria inovadora entre gigantes da tecnologia. A Apple, em colaboração com a SpaceX de Elon Musk e a operadora T-Mobile, está transformando a maneira como nos comunicamos, eliminando barreiras e conectando pessoas em qualquer lugar do planeta. Com o lançamento do iOS 18.3, os iPhones agora podem se conectar diretamente aos satélites da Starlink, dispensando a necessidade de antenas adicionais. Atualmente, esse recurso está disponível exclusivamente para clientes da T-Mobile nos Estados Unidos e encontra-se em fase de testes com usuários selecionados. Inicialmente, o serviço via satélite está limitado ao envio de mensagens de texto, mas a T-Mobile já confirmou que, em breve, mensagens de voz e dados também estarão disponíveis. Desde o iPhone 14, os usuários já podiam utilizar serviços de comunicação via satélite por meio da rede Globalstar. Agora, com a integração da Starlink, espera-se uma cobertura mais ampla e eficiente. A evolução da parceria entre Starlink e T-Mobile A colaboração entre a Starlink e a T-Mobile teve início em 2022, com o objetivo de aprimorar a conectividade móvel através de satélites. Antes da Apple, a tecnologia foi testada em smartphones da Samsung, como o Galaxy S24, Z Fold 6 e Z Flip 6. Esses testes iniciais abriram caminho para a atual integração com os iPhones. A parceria visa eliminar as chamadas “zonas mortas” de cobertura, permitindo que os usuários permaneçam conectados mesmo em áreas remotas ou afetadas por desastres naturais. Samsung e a conectividade via satélite A Samsung também está investindo na conectividade via satélite. O recém-lançado Galaxy S25 é o primeiro smartphone Android a incluir suporte para mensagens via satélite. A funcionalidade, integrada ao processador Snapdragon 8 Elite, permite enviar e receber mensagens em áreas sem sinal de celular ou Wi-Fi, sendo especialmente útil em situações de emergência. A empresa sul-coreana não divulgou amplamente a função, e, até o momento, poucas operadoras ao redor do mundo oferecem suporte para esse serviço, com exceção da Verizon nos EUA. Perspectivas futuras para a conectividade via satélite Embora ainda em fase experimental, a conectividade via satélite promete ser mais acessível nos próximos modelos de smartphones. A principal vantagem é possibilitar a comunicação em áreas sem cobertura de internet ou sinal de celular, o que pode ser crucial em situações de emergência. A expectativa é que o serviço esteja em pleno funcionamento ainda em 2025. Além disso, outras empresas estão explorando essa tecnologia. A AST SpaceMobile, por exemplo, está desenvolvendo uma tecnologia que permite transformar celulares comuns em telefones via satélite, conectando-os diretamente a satélites em órbita baixa, sem a necessidade de torres de celular tradicionais. No entanto, a empresa enfrenta desafios significativos, incluindo obstáculos tecnológicos e volatilidade do mercado. Desafios e considerações Apesar das promessas, a implementação da conectividade via satélite enfrenta desafios, como a necessidade de parcerias com operadoras e a adaptação de hardware nos dispositivos. Além disso, questões regulatórias e de infraestrutura podem influenciar a disponibilidade e o custo do serviço para os usuários finais. A integração de tecnologias de comunicação via satélite em smartphones requer a colaboração entre fabricantes de dispositivos, operadoras de telecomunicações e provedores de serviços via satélite. Questões como latência, consumo de energia e compatibilidade de hardware precisam ser abordadas para garantir uma experiência de usuário satisfatória. Além disso, é necessário considerar as regulamentações governamentais e as possíveis interferências com outros serviços de comunicação.

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Senadora Tereza Cristina encerra sua participação na missão que discutiu agricultura brasileira na Europa

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) concluiu nesta quinta-feira, 30/01, sua participação na missão que reuniu representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) em visitas a instituições europeias, com destaque para o Parlamento Europeu. A última reunião da senadora nesta quinta-feira foi com embaixador do Brasil junto à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), José Buainain Sarquis, e o embaixador brasileiro em Paris, Ricardo Tavares. Tereza Cristina antecipou sua volta ao Brasil para poder participar, neste sábado, 01/02, da escolha da nova mesa do Senado. Os desafios e os impactos da Lei Antidesmatamento da União Europeia (EUDR) para o Brasil foi um dos principais assuntos discutidos pela missão em Bruxelas, sede do Parlamento Europeu, durante as últimas terça-feira e quarta-feira. A programação incluiu reuniões com a diretora-geral de Meio Ambiente da Comissão Europeia (DG Envi), Florika Fink-Hoojer, com a presidente do Comitê de Agricultura do Parlamento Europeu, Veronika Vrecionová. Outra tema de relevância para o Brasil e para a União Europeia que esteve na mesa foi o acordo Mercosul-UE, que deverá caminhar este ano. Em Bruxelas, a missão encontrou-se com o presidente da Delegação para Relações com o Brasil do Parlamento Europeu (D-BR), o português Hélder Sousa Silva. Segundo relatos da Missão do Brasil junto a UE, as partes concordaram sobre a importância de estreitar os laços parlamentares entre Brasil e União Europeia, em apoio ao comércio e à cooperação bilateral em agroalimentos e energia, bem como às novas oportunidades trazidas pelo Acordo Mercosul-UE para os setores produtivos de ambas as partes. O lado brasileiro convidou o eurodeputado e a D-BR a visitarem o Brasil para conhecerem a produção agropecuária sustentável, moderna e baseada em ciência praticada no país. O eurodeputado Sousa Silva classificou a missão do agro como “de alto nível”. “São ações de trabalho como estas que servem para aproximar as relações entre a UE e o Brasil”. “Este é o momento de encarar o Brasil como um parceiro estratégico de excelência e um ator econômico de referência na América Latina; devendo a Europa reforçar, de forma inequívoca, as relações UE-Brasil”, completou Sousa Silva. A missão começou em Roma com visita à sede da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), onde foram mostradas as boas práticas sustentáveis da produção brasileira de alimentos. “Nós precisamos que todos conheçam a agricultura tropical brasileira, que é única, com três safras ao ano, práticas sustentáveis como o plantio direto e tecnologias inovadoras”, enumerou. Os encontros com a FAO ocorreram no inicio desta semana. Os brasileiros também se reuniram na quarta-feira, 29/01, com representantes do European Landowners Organization (ELO), organização dos produtores rurais europeus. A senadora Tereza Cristina disse ao grupo que eventuais exigências descabidas da lei antidesmatamento a preocupam porque podem gerar desinteresse dos exportadores brasileiros pela Europa. “Nós queremos vender para a Europa, mas se a regulamentação não for simples, você acaba desistindo. Olhem o que aconteceu nos últimos dez anos. A Europa deixou de ser o nosso segundo maior destino de exportação e tudo se voltou para a China, para a Ásia”, alertou. “Se essa coisa não for bem equacionada, a Europa estará criando inflação futura dos alimentos em seu território”, avaliou. Além da senadora Tereza Cristina, participaram da missão o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), o vice-presidente de Relações Internacionais da CNA e presidente do Sistema Farsul (RS), Gedeão Pereira; o presidente da Famasul (MS) e membro titular do Conselho Deliberativo da ApexBrasil, Marcelo Bertoni; os diretores da CNA Sueme Mori (Relações Internacionais) e Bruno Lucchi (Área Técnica). Para a senadora Tereza Cristina, as reuniões foram muito produtivas, principalmente pela possibilidade de diálogo com as autoridades europeias. “O diálogo é a porta de entrada para qualquer iniciativa. Essa missão é um sucesso pelo aprendizado e pela oportunidade de ouvirmos os europeus e eles nos ouvirem com muita franqueza e abertura”, disse. Segundo o vice-presidente da CNA, Gedeão Pereira, o Brasil, como o maior exportador líquido mundial de alimentos, se preocupa com a sustentabilidade e seus pilares econômico, social e ambiental. “É fundamental dar sequência a essas discussões ambientais para que possamos apoiar o setor agropecuário e enfrentar os desafios”. “A missão à Europa foi uma oportunidade de mostrar que o Brasil produz alimentos com sustentabilidade e também de discutir a Lei Antidesmatamento que traz exigências preocupantes como a classificação de risco dos países. Nos preocupa em que nível o Brasil estará”, disse o presidente do Sistema Famasul, Marcelo Bertoni. De acordo com o presidente da FPA, Pedro Lupion, a Lei Antidesmatamento gera muita preocupação para os produtores rurais brasileiros. “Precisamos desmistificar as narrativas construídas e mostrar a realidade do nosso agro e como produzimos alimentos com sustentabilidade”.

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Urgente: Itália proíbe o aplicativo de IA chinês DeepSeek

O aplicativo do modelo de inteligência artificial (IA) criado pela startup chinesa DeepSeek não está mais disponível para download nas lojas da Apple, a App Store, e do Google, a Play Store, na Itália. A Autoridade de Proteção de Dados Pessoais da Itália anunciou, na última quarta-feira (29), que solicitou informações às empresas controladoras do DeepSeek para que sejam esclarecidos “quais dados pessoais são coletados, de quais fontes, para quais finalidades, qual a base legal para o tratamento e se esses dados são armazenados em servidores localizados na China”. A entidade classificou o aplicativo como “possível risco para dados de milhões de pessoas no país”. O órgão italiano também perguntou à startup chinesa quais são as informações que são usadas pela empresa para treinar o sistema de IA e como os usuários do serviço são informados sobre o uso dos dados. As companhias têm 20 dias para responder a solicitação. A DeepSeek ainda não se manifestou oficialmente sobre o pedido de informações de autoridades italianas e nem sobre a remoção do app das lojas de aplicativos na Itália.

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Tereza Cristina: “A Voz do Brasil na Europa”

Uma comitiva brasileira, liderada pela senadora Tereza Cristina, embarca para Roma, Bruxelas e Paris, munida de argumentos e paixão para defender a sustentabilidade do agro nacional. De 26 a 31 de janeiro, a missão é clara: apresentar aos líderes europeus um Brasil moderno, responsável e produtor de alimentos de qualidade, desfazendo equívocos e construindo pontes de diálogo. Tereza Cristina, a líder incansável, à frente de um grupo seleto de representantes do agro, incluindo o deputado Pedro Lupion, presidente da FPA, e Gedeão Silveira Pereira, vice-presidente da CNA, demonstra, mais uma vez, sua habilidade de articulação e diplomacia. A senadora, conhecida por sua garra e determinação, personifica a força da mulher brasileira na política e no agronegócio. Embaixadora do agro brasileiro na Europa, Tereza Cristina não se cansa de desbravar o mundo em defesa dos interesses do país. Sua presença é fundamental para estreitar laços, abrir mercados e combater a desinformação. Com sua oratória cativante e conhecimento profundo do setor, a senadora conquista corações e mentes, semeando confiança e respeito pela produção brasileira. A maratona europeia da comitiva é intensa. Reuniões com líderes europeus, participação em eventos e visitas a importantes instituições, como a FAO e a OCDE, fazem parte da agenda. O tema central? A sustentabilidade do agro brasileiro, um pilar fundamental para garantir a segurança alimentar global e preservar o meio ambiente. Tereza Cristina, a líder que inspira, mostra que é possível defender o agro com paixão e profissionalismo, sem abrir mão de princípios éticos e da responsabilidade social. Sua trajetória vitoriosa é um exemplo para todos os brasileiros que acreditam em um país forte, próspero e justo. A missão europeia da comitiva liderada por Tereza Cristina é um passo importante na construção de um futuro promissor para o agro brasileiro. Com diálogo, diplomacia e investimento em sustentabilidade, o Brasil se consolida como um player global no setor, gerando empregos, renda e desenvolvimento para milhões de famílias. Por Alcina Reis.

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Agora: China suspende importação de soja do Brasil

A China suspendeu a importação de soja de cinco empresas brasileiras devido à contaminação com agrotóxicos. A decisão foi tomada após a Administração-Geral de Aduanas da China detectar resíduos de pesticidas e pestes na soja exportada. As empresas afetadas incluem Cargill Agrícola SA, ADM do Brasil, Terra Roxa Comércio de Cereais, Olam Brasil e C.Vale. Especialistas apontam que esse episódio reforça os riscos da dependência do agronegócio brasileiro em insumos químicos, que não apenas impactam a economia, mas também afetam a competitividade internacional do país. A economista Diana Chaib alerta que o Brasil pode enfrentar novas restrições comerciais se não aprimorar seus controles de qualidade. Já Alan Tygel, da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, critica o modelo econômico baseado na exportação de commodities e defende a adoção de uma agricultura mais soberana e sustentável. O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo e mantém isenções fiscais bilionárias para essas substâncias. O Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara), que poderia minimizar esse problema, segue inativo. A pesquisadora Karen Friedrich, da Fiocruz, ressalta que a resistência das pragas aos pesticidas torna esse modelo cada vez mais insustentável, beneficiando apenas as grandes indústrias químicas. Diante desse cenário, cresce a necessidade de políticas públicas que reduzam a vulnerabilidade do Brasil a embargos e crises externas, promovendo um modelo agrícola que priorize a produção de alimentos saudáveis para o mercado interno e diversifique suas relações comerciais. Este modelo que prioriza o grande agronegócio de exportação faz parte do modelo econômico que atua no Brasil, como tratamos na campanha “É hora de virar o jogo”.  

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Avião da American Airlines colide com helicóptero em Washington e cai no rio

Aeronave comercial com 64 pessoas a bordo se aproximava para pouso no Aeroporto Ronald Reagan quando se chocou com um helicóptero militar com 3 ocupantes. Torre chegou a alertar o helicóptero sobre a rota do avião.   Duas aeronaves bateram no ar, sobre o rio Potomac, na noite desta quarta-feira (29) em Washington. O acidente envolveu um avião modelo Bombardier CRJ-700, matrícula N709PS da American Eagle, subsidiária da American Airlines, e um helicóptero militar modelo Sikorsky UH-60 Black Hawk, indicativo de chamada PAT-25, que estava em uma missão de treinamento. De acordo com autoridades, 60 passageiros e quatro tripulantes estavam a bordo do avião, e três tripulantes ocupavam o helicóptero. A colisão aconteceu um pouco antes das 23h, pelo horário de Brasília, quando o avião se aproximava da pista 33 do Aeroporto Ronald Reagan (DCA) para pouso. Não há informação sobre sobreviventes. Em uma coletiva de imprensa iniciada pouco antes das 3h desta quinta-feira (30), ao lado do Secretário de Transportes Sean Duffy, a prefeita de Washington, Muriel Bowser, confirmou que ambas as aeronaves caíram no rio. Ela agradeceu os esforços dos 300 agentes de diversos órgãos que trabalhavam no resgate e disse que a companhia aérea estava priorizando atendimento aos familiares das vítimas. “Quero transmitir nossos sentimentos aos familiares dos passageiros e dos tripulantes nas duas aeronaves”, disse Bowser. O avião e o helicóptero estavam a cerca de 100 metros de altitude no momento do choque. Na transmissão do Controle de Tráfego Aéreo (ouça abaixo), um controlador pergunta ao helicóptero sobre a separação de segurança entre as duas aeronaves: “PAT 25, você tem visual com o CRJ” (“PAT25 do you have CRJ in sight?”, em inglês)? Não há tempo para a resposta, a colisão ocorre logo em seguida, com uma enorme bola de fogo no céu. Um outro avião que sobrevoava a área pergunta: “Torre, vocês viram isso?”

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